Entre e aconchegue-se, a casa é sua!

"Agradeço muito por você fazer parte da minha viagem, e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza, estamos no mesmo vagão."

"Se você sabe explicar o que sente, não ame,
o amor foge de todas as explicações possíveis."

"Todos ganham presentes, mas nem todos abrem o pacote."

"Não quero ter a terrível limitação
de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido.
Eu não:
QUERO UMA VERDADE INVENTADA."



"Está em nossas mãos criar as condições que nos permitam descobrir uma forma diferente de ser. Por que não agir como a borboleta que acreditou que não deveria se limitar a uma existência de lagarta e, hoje, trocou sua vida limitada pela LIBERDADE DE VOAR POR ENTRE AS FLORES."

"Acalma meu passo, Senhor.
Desacelera as batidas do meu coração, acalmando a minha mente.
Diminua meu ritmo apressado com uma visão da eternidade do tempo.
Em meio às confusões do dia a dia, dê-me a tranqüilidade das montanhas.
"





quinta-feira, 18 de março de 2010

Da chegada do Amor

"Sempre quis um amor que falasse, que soubesse o que sentisse.

Sempre quis uma amor que elaborasse, que quando dormisse ressonasse confiança no sopro do sono e trouxesse beijo no clarão da amanhecice.

Sempre quis um amor que coubesse no que me disse. Sempre quis uma meninice entre menino e senhor, uma cachorrice onde tanto pudesse a sem-vergonhice do macho, quanto a sabedoria do sabedor.

Sempre quis um amor cujo 'Bom dia!' morasse na eternidade de encadear os tempos: passado, presente, futuro, coisa da mesma embocadura, sabor da mesma golada.

Sempre quis um amor de goleadas, cuja rede complexa do pano de fundo dos seres não assustasse.

Sempre quis um amor que não se incomodasse quando a poesia da cama me levasse.

Sempre quis um amor que não se chateasse diante das diferenças. Agora, diante da encomenda, metade de mim rasga afoita o embrulho e a outra metade é o futuro de saber o segredo que enrola o laço, é observar o desenho do invólucro e compará-lo com a calma da alma, o seu conteúdo.

Contudo, sempre quis um amor que me coubesse futuro e me alternasse em menina e adulta, que ora eu fosse o fácil, o sério e ora um doce mistério, que ora eu fosse medo-asneira e ora eu fosse brincadeira, ultra-sonografia do furor.

Sempre quis um amor que sem tensa-corrida-de ocorresse.

Sempre quis um amor que acontecesse sem esforço, sem medo da inspiração por ele acabar.

Sempre quis um amor de abafar (não o caso), mas cuja demora de ocaso estivesse imensamente nas nossas mãos.
Sem senãos.

Sempre quis um amor com definição de quero, sem o lero-lero da falsa sedução. Eu sempre disse não à constituição dos séculos que diz que o 'garantido' amor é a sua negação.

Sempre quis um amor que gozasse e que pouco antes de chegar a esse céu se anunciasse.

Sempre quis um amor que vivesse a felicidade, sem reclamar dela ou disso.

Sempre quis um amor não omisso e que suas histórias me contasse.

Ah, eu sempre quis um amor que amasse..."

(por Elisa Lucinda)

2 comentários:

Zé Carlos disse...

Eu fico olhando Ivy, estes teus olhos ao lado e me encanto. Como vc é linda !!!

Bjs com sabor de sábado!!! ZC

Juliana Pires disse...

Sempre queremos um amor de várias formas, mas no fundo o que mais desejamos é um amor que ame.

Beijos