Entre e aconchegue-se, a casa é sua!

"Agradeço muito por você fazer parte da minha viagem, e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza, estamos no mesmo vagão."

"Se você sabe explicar o que sente, não ame,
o amor foge de todas as explicações possíveis."

"Todos ganham presentes, mas nem todos abrem o pacote."

"Não quero ter a terrível limitação
de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido.
Eu não:
QUERO UMA VERDADE INVENTADA."



"Está em nossas mãos criar as condições que nos permitam descobrir uma forma diferente de ser. Por que não agir como a borboleta que acreditou que não deveria se limitar a uma existência de lagarta e, hoje, trocou sua vida limitada pela LIBERDADE DE VOAR POR ENTRE AS FLORES."

"Acalma meu passo, Senhor.
Desacelera as batidas do meu coração, acalmando a minha mente.
Diminua meu ritmo apressado com uma visão da eternidade do tempo.
Em meio às confusões do dia a dia, dê-me a tranqüilidade das montanhas.
"





segunda-feira, 21 de outubro de 2013

NEVER MORE!!!


Como o corvo de Poe repito: NEVER MORE, NEVER MORE!

Tivemos tudo e nem sequer vimos isto.
Você colocou-se como um monólito
que impede de seguirmos nosso rumo,

E este rumo foi como um risco,
um croqui do nosso existir juntos!...
Porém, findou tudo em pouco tempo, 
muito pouco tempo mesmo.

Nem deu tempo de um encontro prometido, 

contudo, sempre descumprido!
Sequer sentimos nossos cheiros, 
sequer soubemos de nossos gostos.

Sequer encostei meu corpo quente no seu corpo!
Você fugiu deste encontro 
como o demônio foge de um cruzeiro.

Sim! Estou triste e infelizmente 

vou ter que conviver com isto por muito tempo!
Porém, se meu choro ouvir pode crer é por você, 
por você ter medo de viver,

Por você preferir viver só do que viver comigo!
Sigo em frente e nem olho o ontem, 
vivo o hoje e penso no futuro que vem vindo.

Sorrio e sigo em frente!
Sem conflitos comigo mesmo, 
dormindo o sono dos justos!

Continuo repetindo o que o corvo de Poe disse: 
NEVER MORE, NEVER MORE...

terça-feira, 28 de maio de 2013

O exagero da simplicidade


 
"Tenho pavor de não ser eu.
 
Precisar esconder as emoções,
ficar calada porque é mais bonito.
 
Esperar a conquista acontecer.

 Não ando mais a fim de grandes projetos, sonhos,
metas absurdamente altas, objetivos loucos.

 Quero mais é tomar sorvete e me lambuzar,
ler um bom livro, sair de cabelo molhado e cara lavada
e nem me importar se alguém estranhar isso. 

 Ando com vontade de viver o exagero da simplicidade."

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Um Amor Puro


O que há dentro do meu coração
Eu tenho guardado pra te dar
E todas as horas que o tempo
Tem pra me conceder
São tuas até morrer
 
E a tua história, eu não sei
Mas me diga só o que for bom
Um amor tão puro que já nem sabe
A força que tem
é teu e de mais ninguém
 
Te adoro em tudo, tudo, tudo
Quero mais que tudo, tudo, tudo
Te amar sem limites
Viver uma grande história
 
Aqui ou noutro lugar
Que pode ser feio ou bonito
Se nós estivermos juntos
Haverá um céu azul
 
Um amor puro
Não sabe a força que tem
Meu amor eu juro
Ser teu e de mais ninguém
Um amor puro.

 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Viagem

 
 
 
"Eu entro nesse barco, é só me pedir.
Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou.
Faz tempo que quero ingressar nessa viagem,
mas pra isso preciso saber se você vai também.
Porque sozinha, não vou.
Não tem como remar sozinha,
eu ficaria girando em torno de mim mesma.
Mas olha,
eu só entro nesse barco se você prometer remar também!
Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes.
Mudo o visual, deixo o cabelo crescer,
começo a comer direito,
vou todo dia pra academia.
Mas você tem que prometer que vai remar também,
com vontade!
Eu começo a ler sobre política,
futebol, ficção científica.
Aprendo a pescar, se precisar.
Mas você tem que remar também.
Eu desisto fácil, você sabe.
E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos,
mas eu entro nesse barco, é só me pedir.
Perco o medo de dirigir só pra atravessar o mundo
pra te ver todo dia. 
Mas você tem que me prometer que vai remar junto comigo.
Mesmo se esse barco estiver furado eu vou, basta me pedir.
Mas a gente tem que afundar junto
e descobrir que é possível nadar juntos.
Eu te ensino a nadar, juro!
Mas você tem que me prometer que vai tentar,
que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso,
enquanto tiver forças!
Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser a toa,
que vale a pena.
Que por você vale a pena.
Que por nós vale a pena.
Remar.
Re-amar. 
Amar..."