
"Você vê esse meu jeito de pessoa liberada,
Mas não sabe que por dentro não é isso, não sou nada...
Tenho ares de serpente, mas em casos de amor
Sou pequena, sou carente, sou mais frágil que uma flôr...
Eu me pinto e me disfarço companheira do perigo,
Eu me solto em sua festa, mas sozinha eu não consigo...
Digo coisas que não faço, faço coisas que não digo,
Eu te quero meu amado, não te quero meu amigo...
Cada vez que eu sinto um beijo seu na minha face,
Eu luto prá manter o meu disfarce
E não deixar tão claro que te quero...
Cada vez se torna mais difícil o meu teatro.
Não dá mais prá fugir do seu contato,
Estou apaixonado por você..."
(por Carlos Roque e Carlos Colla)
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