
"No silêncio da noite, começo a repensar a vida.
Descubro que na verdade, mesmo sendo mulher madura, mesmo querendo saber sobre o certo e o errado, descubro que na verdade só tenho idade... ainda sou criança pura.
O que é certo? O que é errado? Quem sabe na verdade?!
Como criança busquei a felicidade, como mulher busquei um amor de verdade...
Pensei ter encontrado um resultado de vida, dentro de uma certa realidade... Ledo engano!
Concluo que tudo foi falso... O resultado parece profano...
Na certa busca sem realidade... encontro o erro da maldade.
Como mulher madura... ainda meio criança... busco a felicidade...
Com o direito da conquista, e o dever da bondade... sigo em linha reta!
No silêncio da noite, acho melhor deixar a criança quieta e a mulher ficar esperta!
Como meio mulher-criança, me proponho a mais uma descoberta...
Percebo que algo acontece... algo me inquieta!
No silêncio da noite um grito! Um grito de saudade!
A mulher acorda a criança, trazendo para a realidade, mostrando que na verdade, nada aconteceu com vontade... nada com vontade de viver um amor de verdade...
No silêncio da noite...
O grito emudece, um coração padece, uma alma fenece...
É hora da prece...
O dia amanhece..."
(por Catherine Roos)
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