Entre e aconchegue-se, a casa é sua!

"Agradeço muito por você fazer parte da minha viagem, e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza, estamos no mesmo vagão."

"Se você sabe explicar o que sente, não ame,
o amor foge de todas as explicações possíveis."

"Todos ganham presentes, mas nem todos abrem o pacote."

"Não quero ter a terrível limitação
de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido.
Eu não:
QUERO UMA VERDADE INVENTADA."



"Está em nossas mãos criar as condições que nos permitam descobrir uma forma diferente de ser. Por que não agir como a borboleta que acreditou que não deveria se limitar a uma existência de lagarta e, hoje, trocou sua vida limitada pela LIBERDADE DE VOAR POR ENTRE AS FLORES."

"Acalma meu passo, Senhor.
Desacelera as batidas do meu coração, acalmando a minha mente.
Diminua meu ritmo apressado com uma visão da eternidade do tempo.
Em meio às confusões do dia a dia, dê-me a tranqüilidade das montanhas.
"





domingo, 8 de maio de 2011

Minha Homenagem às Mães


Minha Homenagem...

- Às mães que apesar das canseias, dores e trabalhos, soriem e riem, felizes, com os filhos amados ao peito, ao colo ou em seu redor; e às que choram, doridas e inconsoláveis, a sua perda física, ou os vêem 'perder-se' nos perigos inúmeros da sociedade violenta e desumana em que vivemos;

- Às mães ainda meninas, e às menos jovens, que contra ventos e marés, ultrapassando dificuldades de toda a ordem, têm a valentia de assumir uma gravidez - talvez inoportuna e indesejada - por saberem que a Vida é um Bem Maior e um Dom que não se discute e, muito menos, quando se trata de um filho seu, pequeno ser frágil e indefeso que lhe foi confiado;

- Às mães que souberam sacrificar uma, talvez, brilhante carreira profissional, para darem prioridade à maternidade e à educação de seus filhos e às que, quantas vezes precisamente a amor aos filhos, souberam ser firmes e educadoras, dizendo um 'não' oportuno e salvador a muitos dos caprichos dos seus filhos adolescentes;

- Às mães precocemente envelhecidas, gastas e doentes, tantas vezes esquecidas de si mesmas e que hoje se sentem mais tristes e magoadas, talvez por não terem um filho que se lembre delas, de as abraçar e beijar...;

- Às Mães solitárias, paradas no tempo, não visitadas, não desejadas, e hoje abandonadas num qualquer quarto, num qualquer lar, na cidade ou no campo, e que talvez não tenham hoje nenhuma pessoa amiga que lhes leia, ao menos, uma carta dum filho;

- Também às Mães que não tendo dado à luz fisicamente, são Mães pelo coração e pelo espírito, pela generosidade e abnegação, para tantos que por mil razões não tiveram outra mãe... e finalmente, também às Mães queridíssimas que já partiram desse mundo e que por certo repousam já num céu merecido e conquistado a pulso e sacrifício...

A todas as Mães, a todas sem excessão, um Abraço e um Beijo cheios de simpatia e de ternura.

E PARABÉNS, mesmo que ninguém mais as felicite!

E OBRIGADA, mesmo que ninguém mais as agradeça!




Fonte: APFN - Assiciação Portuguesa de Famílias Numerosas

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